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sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Por quê buscamos a dor? - Texto revisto e atualizado


Se a ordem natural pede que a corrente flua livre e gere prazer, por que nós nos prendemos tão fortemente á negatividade e á dor?

Por que é tão difícil abandonar a dor?

Por que tantas pessoas sofrem? A maioria de nós fica chocada com a idéia de que prefere a dor ao prazer. Mas existem várias razões para nos agarrarmos as nossas dores.

 Criamos a dor brecando o fluxo de sentimentos positivos e negativos. Sentimentos de amor e expansividade podem ser bloqueados, assim como sentimentos de rancor, medo ou desejo de vingança. 

Uma parte de nós quer o prazer, mas outra parte não quer saber desses bons sentimentos. A parte que inibe os sentimentos de prazer é inconsciente.

Mas exprimimos de varias maneiras essa convicção: “Não quero ajuda. Não quero sentir prazer. Quero ficar com a minha dor” Preferimos a dor, porque é segura e conhecida. Há segurança nela. É a dor que nos da um senso de limite.

Rebelamo-nos contra a dor, mas continuamos sentindo que a merecemos. È o preço que pagamos por outras coisas, por “benefícios” que vêm da dor. Agarramo-nos a dor para fazer com que os outros cuidem delas, para atrair simpatia e atenção. Ou então para punir o outro. Sentimos um prazer secreto em nos vingar do outro, por aquilo que nos falta. Na maioria das vezes não percebemos esse desejo, mas não tenha duvidas que ele esteja lá.

Nossas defesas são construídas em torno de uma fixação negativa, que engendra inveja, ódio e competitividade. O núcleo dessas atitudes é naturalmente a culpa. Para a maioria de nós experimentarmos prazer total é amedrontador.

Porque estamos ajustados a experiências negativas e a excitação negativa. Enquanto existir motivos impuros, trapaça, defesas, culpa e malicia, o princípio do prazer será rejeitado por nós.

Além disso, desde a infância é implantado em nós a idéia de que o prazer em si é insuportável. O nosso problema peculiar não é a nossa falta de vontade de experimentar privações e sofrimentos, é que sentimos que não merecemos o prazer. 

O remédio para a dor, então é sentir prazer. Mas isso é difícil. Mesmo que o prazer esteja ali, não nos sentimos merecedores de nos beneficiar dele.

Todos nós temos inúmeras oportunidades de sucesso e de dar passos importantes na vida. Mas até que o não-merecimento seja resolvido não pode haver movimento. Podemos arrumar muitas justificativas e racionalizações para o fracasso, mas o problema está na falta de predisposição para sentir prazer, na fixação na dor.

Além de todas as outras dores, todos nós sofremos em maior ou menor grau da dor da culpa. Essa dor é o nosso não reconhecimento da verdade. A verdade é que nós fizemos alguma coisa que não achamos ser a certa para nós. Essa culpa é real. Mas geralmente, exageramos e ainda somamos a muitas outras culpas presentes.

Muitas vezes usamos nossas culpas antiga como defesa contra as nossas atuais culpas. “Meu pai me rejeitou... Minha mãe era horrível, e assim vai...” Enquanto isso tomamos decisões que nos agridem. Evitamos encarar as atitudes destrutivas e fazer restituições.
 Por que nos agarramos à culpa antiga? O estamos encobrindo? 

Uma das dores mais profundas é a da injustiça

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Depressão ?? é uma Doença Sim !! Médicos são úteis Sim !! Amigos são Preciosos Sim !! Orações são Imprescindíveis...


Quando o problema é com os outros é sempre mais fácil, o ser humano tem uma tendencia a se envolver sem se importar. O que tem assustado a comunidade acadêmica é que esta doença está se manifestando muito cedo em crianças e jovens.  


Depressão é uma doença como qualquer outra, tem e deve ser tratada pois as consequencias do agravamento do quadro são complicadíssimas... Estar Depressivo não é a mesma coisa de estar Deprimido... Depressão é coisa séria. Para o enfermo é um estado de Espirito, e é justamente aí que mora o perigo.

Levamos para nossos relacionamentos a fantasia...


Levamos para nossos relacionamentos a fantasia, de como, deveria ser o amor, e  perdermos a coisa real quando, ela cruzar o nosso caminho.

O amor real começa com interações cotidianas que possuem a semente da promessa, não com o êxtase total. A semente é fácil de ser ignorada, e nada nos cega mais em relação a ela do  que imagens mentais fixas. 

 Saímos por ai num estado de ansiedade, perguntando se alguém vai nos escolher, para amar, nunca vamos nos tornar atraente para quem quer que seja, pois nada mata mais o romance do que o medo.

terça-feira, 16 de agosto de 2011

O porque resolvi publicar o meu E-book - Depoimento


Gostaria que este post fosse lido até o fim....

Sempre fui uma pessoa espiritualista, nunca me adaptei bem a religião onde nasci... Sempre tive uma visão da vida, da morte,  e a forma como via Deus, muito diferente, do Deus que tudo puni...

Talvez essa minha característica diferente de todos a minha volta, tenha me dado coragem para ir embora quando vi que a violência em minha vida e na vida dos meus filhos estava insuportável, essa minha  característica, me deu coragem e paciência para enfrentar todos os momentos muito difíceis que todas nós mulheres que tiveram que sair de uma relação violenta e educar seus filhos sozinhas sabem o que é.

A nossa auto-valorização - Deixando de ser boazinha....


O valor é como o dinheiro que você pode tirar de uma conta de um banco, se você se valoriza bastante realmente tem algo para dar aos outros. Mas se você não se valoriza não tem nada para usar ou dar ao outro. Então o que há para valorizar?

Se você olha para si mesmo e perguntar: "O que outra pessoa amaria em mim?"  A única resposta duradoura é " A mim mesmo". Porque nossa lista de realizações é finita. Nossas boas ações terminam em algum lugar. As coisas que a nossa sociedade aprova costumam ser ultrapassadas em nossas mentes por mácula melhor mantidas fora da visão dos outros.

O amor que você tem em sua vida só pode ser tão valioso quanto você o percebe ser, e a chave da percepção é a sua crença. 

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Mais alguns grandes mitos sobre o que acontece dentro de um lar


Mitos relacionados à violência doméstica estão tão arraigados em certas culturas e padrões de pensamentos, que sua erradicação torna-se quase impossível. Assim sendo, é importante entender e desfazer esses mitos, a fim de fazer face, tanto individual quanto corporativamente, à ameaça da violência doméstica. Consideremos alguns desses mitos:

A violência doméstica não afeta muitas pessoas. Ela afeta sim. Os ataques no âmbito doméstico são uma das principais causas de ferimentos em mulheres, revelando índices mais elevados do que os dos acidentes em auto-estradas ou qualquer outro.  Estima-se que 50% dos lares sofrem ou já tenham sofrido violência familiar.

Esta é a apresentação do meu E-book...


Apresentação

Por longos 12 anos fui vitima de violência doméstica, sofri violência psicológica, física, patrimonial e por ai vai.

Sempre senti muita vontade de ajudar outras mulheres que estivessem na mesma situação, consegui abrir um blog a três anos atrás onde falo sobre o assunto.

Através do blog pude ver a necessidade que existe de mais informação. De alguém que fale a nossa alma tão ferida, tão magoada, e muitas vezes tão solitária.
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