Não se deixa de gostar porque o parceiro engordou.
Na intimidade, por exemplo, as formas físicas não são tudo;
conta muito o desempenho do parceiro, a ginga do casal na cama, não exatamente
as formas corporais; estas seduzem o outro, mas não necessariamente realizam a
própria pessoa.
Quando uma relação não dá certo e o desfecho culmina com o
aumento de peso de uma das partes, esse fato pode ter desencadeado a separação,
mas não é o principal causador da ruptura:
Os abalos emocionais causados pelas crises no relacionamento
deixaram a pessoa carente, fazendo-a recorrer à comida para saciar suas lacunas
afetivas.
Esse comportamento provocou o aumento de peso.
Há também outro fator a ser considerado.
Nesse caso, trata-se do ciúme e do excesso de cobrança.
Quando se ganha peso, geralmente se perde a auto-estima e a
pessoa se sente insegura na relação.
Conseqüentemente, comporta-se de maneira exagerada, às vezes
até neurótica, ocasionando conflitos. Portanto, a obesidade não é a causa da
infelicidade no amor, mas essa causa pode ser a conduta da pessoa diante do
parceiro.
No âmbito metafísico, o aumento de peso está
relacionado com a fragilidade interior, que se compara a uma imaturidade
emocional.
A pessoa sente-se despreparada para lidar com algumas
situações, geralmente na relação familiar ou afetiva, mas pode ser também de
ordem profissional ou social.
Assustada com o desenrolar dos fatos, sente-se desamparada.
Em vez de enfrentar as dificuldades do ambiente, recorre aos
subterfúgios para atenuar suas frustrações.
Um dos mecanismos de fuga mais freqüentes é a alimentação.
A pessoa precisa estar sempre mastigando alguma coisa para
atenuar o ócio ou extravasar a indignação. Também o prazer do alimento compensa
o desconforto da realidade, preenchendo o vazio interior. A compulsão pela
comida é uma queixa freqüente nos casos de excesso de peso. Não se consegue
comer moderadamente, respeitando os limites alimentares.
A comida passa a ser uma obsessão difícil de ser controlada.Não se deixa de gostar porque o parceiro engordou.
Na intimidade, por exemplo, as formas físicas não são tudo;
conta muito o desempenho do parceiro, a ginga do casal na cama, não exatamente
as formas corporais; estas seduzem o outro, mas não necessariamente realizam a
própria pessoa.
Quando uma relação não dá certo e o desfecho culmina com o
aumento de peso de uma das partes, esse fato pode ter desencadeado a separação,
mas não é o principal causador da ruptura:
Os abalos emocionais causados pelas crises no relacionamento
deixaram a pessoa carente, fazendo-a recorrer à comida para saciar suas lacunas
afetivas.
Esse comportamento provocou o aumento de peso.
Há também outro fator a ser considerado.
Nesse caso, trata-se do ciúme e do excesso de cobrança.
Quando se ganha peso, geralmente se perde a auto-estima e a
pessoa se sente insegura na relação.
Conseqüentemente, comporta-se de maneira exagerada, às vezes
até neurótica, ocasionando conflitos. Portanto, a obesidade não é a causa da
infelicidade no amor, mas essa causa pode ser a conduta da pessoa diante do
parceiro.
No âmbito metafísico, o aumento de peso está
relacionado com a fragilidade interior, que se compara a uma imaturidade
emocional.
A pessoa sente-se despreparada para lidar com algumas
situações, geralmente na relação familiar ou afetiva, mas pode ser também de
ordem profissional ou social.
Assustada com o desenrolar dos fatos, sente-se desamparada.
Em vez de enfrentar as dificuldades do ambiente, recorre aos
subterfúgios para atenuar suas frustrações.
Um dos mecanismos de fuga mais freqüentes é a alimentação.
A pessoa precisa estar sempre mastigando alguma coisa para
atenuar o ócio ou extravasar a indignação. Também o prazer do alimento compensa
o desconforto da realidade, preenchendo o vazio interior.
A compulsão pela
comida é uma queixa freqüente nos casos de excesso de peso. Não se consegue
comer moderadamente, respeitando os limites alimentares.
A comida passa a ser uma obsessão difícil de ser controlada.
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